A Revolução Industrial trouxe profundas modificações nas relações da sociedade com a natureza. A competição e o individualismo se consolidaram como valores e se mantêm cada vez mais presentes nas sociedades atuais. Os desequilíbrios causados pela produção de objetos de consumo em larga escala, a introdução de novas embalagens no mercado, o aumento consideravelmente do volume e a diversidade de resíduos sólidos gerados, são as mais perversas heranças desse novo modo de organização social. O homem passou a viver a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos são inutilizados e jogados fora com enorme rapidez. Tornando a sujeira acumulada no ambiente maior, causando poluição dos solos, águas e piorando as condições de saúde da população.
Devido também a influencia da mídia, o homem consome porque acha que precisa adquirir o que, muitas vezes, não se precisa. Pois a sociedade interessada no desenvolvimento e consequente crescimento econômico, desvaloriza os problemas ambientais, o que é demonstrado pela falta de compromisso ético com o meio ambiente.
Assim Venske (1999), coloca que, o que usamos hoje deve existir para podermos usá-lo no futuro e devemos usar bem, de modo que o que seja construído com essa base sirva também para as novas gerações.
A educação ambiental e a informação são estratégias que podem ser adotadas na busca de soluções para a crise que se apresenta. Sendo essencial para a mudança de comportamento do ser humano. É pela educação e informação que se constrói uma nova cultura, reorientando o agir humano, tornando-o um consumidor consciente. Através da educação ambiental juntamente com a informação, é possível reorientar o ser humano para um modo de vida mais sustentável.
A sustentabilidade depende de uma mudança de hábitos, sendo preciso que a sociedade de consumo, que compra somente por ter, ou por status, caminhe em direção de uma “civilização do ser consciente”, onde se busca comprar apenas o necessário, consequentemente diminuindo a geração de resíduos sólidos domiciliares.
A globalização e a especulação financeira, aliadas ao consumismo desenfreado, agravam o uso inadequado dos recursos naturais. As consequências desse modelo de civilização são sentidas no meio ambiente que se torna cada dia mais devastado e poluído.
Diante da perspectiva de um colapso dos recursos naturais, torna-se essencial a educação ambiental e a informação, para privilegiar uma mudança no comportamento das pessoas. Estimular a participação efetiva na tomada de decisões quanto à compra de futuros resíduos sólidos e buscar reverter ou minimizar os problemas ambientais de caráter local e global, visam um futuro com melhores condições de sobrevivência para a humanidade.
Fonte: NASCIMENTO, Aline Ana. Educação Ambiental e Informação: Conexões necessárias para a redução de resíduos sólidos domiciliares. 2009. 56 p. Monografia (Especialização em Auditoria, Gerenciamento e Legislação Ambiental) – Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas, Universidade Norte do Paraná, Londrina, 2009.
Devido também a influencia da mídia, o homem consome porque acha que precisa adquirir o que, muitas vezes, não se precisa. Pois a sociedade interessada no desenvolvimento e consequente crescimento econômico, desvaloriza os problemas ambientais, o que é demonstrado pela falta de compromisso ético com o meio ambiente.
Assim Venske (1999), coloca que, o que usamos hoje deve existir para podermos usá-lo no futuro e devemos usar bem, de modo que o que seja construído com essa base sirva também para as novas gerações.
A educação ambiental e a informação são estratégias que podem ser adotadas na busca de soluções para a crise que se apresenta. Sendo essencial para a mudança de comportamento do ser humano. É pela educação e informação que se constrói uma nova cultura, reorientando o agir humano, tornando-o um consumidor consciente. Através da educação ambiental juntamente com a informação, é possível reorientar o ser humano para um modo de vida mais sustentável.
A sustentabilidade depende de uma mudança de hábitos, sendo preciso que a sociedade de consumo, que compra somente por ter, ou por status, caminhe em direção de uma “civilização do ser consciente”, onde se busca comprar apenas o necessário, consequentemente diminuindo a geração de resíduos sólidos domiciliares.
A globalização e a especulação financeira, aliadas ao consumismo desenfreado, agravam o uso inadequado dos recursos naturais. As consequências desse modelo de civilização são sentidas no meio ambiente que se torna cada dia mais devastado e poluído.
Diante da perspectiva de um colapso dos recursos naturais, torna-se essencial a educação ambiental e a informação, para privilegiar uma mudança no comportamento das pessoas. Estimular a participação efetiva na tomada de decisões quanto à compra de futuros resíduos sólidos e buscar reverter ou minimizar os problemas ambientais de caráter local e global, visam um futuro com melhores condições de sobrevivência para a humanidade.
Fonte: NASCIMENTO, Aline Ana. Educação Ambiental e Informação: Conexões necessárias para a redução de resíduos sólidos domiciliares. 2009. 56 p. Monografia (Especialização em Auditoria, Gerenciamento e Legislação Ambiental) – Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas, Universidade Norte do Paraná, Londrina, 2009.
***LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. A lei brasileira abriga, sob a denominação direitos autorais, os direitos de autor propriamente ditos, bem como os direitos conexos.*** Aline Ana
Olá! Parabéns pelo blog Aline!!
ResponderExcluirEstou formando em Biologia e pretendo atuar na área de auditoria ambiental.. Eu li os cursos que vc fez e tal..queria saber se vc conhece mais alguns cursos.
parabéns pelo trabalho.
ResponderExcluirQuando se trata de meio ambiente,Voce não mede esforços ne Aline,Parabéns pelo belissimo trabalho que voce vem desempenhando em prol do meio ambiente!!!
ResponderExcluirOlá Ana Laura!!!!
ResponderExcluirExistem vários cursos nesta área:
Licenciamento Ambiental;
Responsabilidade Social e Sustentabilidade;
Gerenciamento e Reúso da Água;
Educação Ambiental e Ética;
Auditorias Ambientais;
SGA;
... etc....
Qualquer dúvida estou à disposição.
Abraços,
Aline Ana
quando a sociedade admitir que se não reduzirmos o lixo e não reciclar o planeta vai ser soterrado por lixo e os recursos estão diminuindo drasticamente
ResponderExcluirOlá Aline,é muito bom estar em contato com pessoas que compartilham os mesmos ideais,muito boa sua formação e também seu olhar visionário,eu desenvolvi um caminho inverso ao seu,pois trabalhava com paisagismo e me sentia na obrigação de envolver com questões ambientais,o resultado volta a sala de aula,e a cada dia me apaixono mais tenho alguns projetos,e estou redirecionando minha carreira cada vez para natureza,estarei sempre de olho no seu trabalho e se vc precisar pode contar com o meu,valeu Euclides
ResponderExcluirEuclides, obrigada pelo comentário....
ResponderExcluirAcredito que houve uma grande mudança e evolução no paisagismo, onde este agora está diretamente relacionado com o desenvolvimento não só da humanidade como também na relação do homem com a natureza. Sabemos que hoje o paisagismo assume um caráter ambientalista de grande importância, devido aos efeitos nocivos e irresponsábilidade no uso dos recursos naturais, a urbanização não planejada, etc..... Resumindo, o paisagismo em sua forma mais simples já é fundamental, pois, se analisarmos apenas um simples jardim, este já é uma representação da natureza e os elementos que a compõem estão à ela relacionados.
Estou à disposição para debater e escrever sobre assuntos relacionados...
Um grande abraços, Aline Ana