A atmosfera é responsável pela vida na Terra, onde ela impede que o calor recebido do Sol seja totalmente dissipado para o espaço. É constituída por vários gases, dentre eles o gás carbônico e o Ozônio.
O ozônio, molécula formada por três átomos de oxigênio, está presente na troposfera em uma quantidade bem pequena. Na estratosfera ele aparece em maior quantidade, formando uma camada de cerca de 15 quilômetros de espessura.
A radiação ultravioleta provoca mudanças na constituição genética dos seres vivos, por isso diz-se que a vida é frágil perante esse tipo de radiação.
Desde 1957, a camada de ozônio é monitorada na Antártica. Onde em 1982, foi registrado uma diminuição de aproximadamente 20% da quantidade de ozônio sobre aquele continente. Os registros marcaram sua diminuição em até 30% em 1984 e já era a metade da quantidade original em 1987.
Em 1991, a Nasa anunciou a maior baixa da concentração de ozônio que já havia sido registrada na Antártica. Logo no ano seguinte, foi a vez do Ártico, que perdeu 20% do seu ozônio, e em 1996 esse buraco no pólo norte já havia crescido 30%.
Desde então, a quantidade de ozônio só diminuiu, aumentando consequentemente os casos de câncer de pele nos países mais próximos do buraco da Antártica.
Mas como descobrir os causadores dessa destruição????
Existem alguns produtos considerados responsáveis pela destruição da camada de ozônio. Os chamados clorofluorcarbono (CFC), utilizados nos aeronóis e como gás refrigerante em aparelhos de ar condicionado e refrigeradores; óxidos de nitrogênio, provenientes da desnitrificação do solo; e o metilbrometo, usado como pesticida e conservante de produtos.
Um fato terrível é que a molécula de CFC é bastante estável, permanecendo na atmosfera entre 60 e 100 anos.
O que fazer?????
A partir do momento em que se soube da destruição da camada de ozônio os países mobilizaram-se no sentido de tentar reverter a situação. Os primeiros passos foram o de parar de usar o CFC e ensinar a população a se proteger da ação da radiação UV-B.
É aconselhável usar roupas adequadas, chapéus e utilizar filtros solares, de preferência com fator de proteção alto. Para os olhos, óculos escuros com lentes anti-raios UV.
Evitar a destruição da camada de ozônio é também evitar a extinsão da vida no planeta. Pois as principais consequências da destruição dessa camada de ozônio para os seres vivos são as queimaduras e o câncer de pele. Além disso, a catarata e a queda do sistema imunológico, deixando os indivíduos mais suscetíveis a doenças causadas por patógenos.
Pense nisso!!!!! Pois o nosso compromisso com o nosso planeta é o de fiscalizar se a legislação está sendo ou não cumprida e se os tratados estão sendo ou não colocados em prática em nosso país....... Aline Ana
O ozônio, molécula formada por três átomos de oxigênio, está presente na troposfera em uma quantidade bem pequena. Na estratosfera ele aparece em maior quantidade, formando uma camada de cerca de 15 quilômetros de espessura.
A radiação ultravioleta provoca mudanças na constituição genética dos seres vivos, por isso diz-se que a vida é frágil perante esse tipo de radiação.
Desde 1957, a camada de ozônio é monitorada na Antártica. Onde em 1982, foi registrado uma diminuição de aproximadamente 20% da quantidade de ozônio sobre aquele continente. Os registros marcaram sua diminuição em até 30% em 1984 e já era a metade da quantidade original em 1987.
Em 1991, a Nasa anunciou a maior baixa da concentração de ozônio que já havia sido registrada na Antártica. Logo no ano seguinte, foi a vez do Ártico, que perdeu 20% do seu ozônio, e em 1996 esse buraco no pólo norte já havia crescido 30%.
Desde então, a quantidade de ozônio só diminuiu, aumentando consequentemente os casos de câncer de pele nos países mais próximos do buraco da Antártica.
Mas como descobrir os causadores dessa destruição????
Existem alguns produtos considerados responsáveis pela destruição da camada de ozônio. Os chamados clorofluorcarbono (CFC), utilizados nos aeronóis e como gás refrigerante em aparelhos de ar condicionado e refrigeradores; óxidos de nitrogênio, provenientes da desnitrificação do solo; e o metilbrometo, usado como pesticida e conservante de produtos.
Um fato terrível é que a molécula de CFC é bastante estável, permanecendo na atmosfera entre 60 e 100 anos.
O que fazer?????
A partir do momento em que se soube da destruição da camada de ozônio os países mobilizaram-se no sentido de tentar reverter a situação. Os primeiros passos foram o de parar de usar o CFC e ensinar a população a se proteger da ação da radiação UV-B.
É aconselhável usar roupas adequadas, chapéus e utilizar filtros solares, de preferência com fator de proteção alto. Para os olhos, óculos escuros com lentes anti-raios UV.
Evitar a destruição da camada de ozônio é também evitar a extinsão da vida no planeta. Pois as principais consequências da destruição dessa camada de ozônio para os seres vivos são as queimaduras e o câncer de pele. Além disso, a catarata e a queda do sistema imunológico, deixando os indivíduos mais suscetíveis a doenças causadas por patógenos.
Pense nisso!!!!! Pois o nosso compromisso com o nosso planeta é o de fiscalizar se a legislação está sendo ou não cumprida e se os tratados estão sendo ou não colocados em prática em nosso país....... Aline Ana
***LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. A lei brasileira abriga, sob a denominação direitos autorais, os direitos de autor propriamente ditos, bem como os direitos conexos.*** Aline Ana
*** A lei brasileira abriga, sob a denominação direitos autorais, os direitos de autor propriamente ditos, bem como os direitos conexos.*** Aline Ana
ResponderExcluirProfessora eu adoro todos os seus textos.
ResponderExcluirParabéns
Viviane